“Quando era [mais] criança, minha mãe não deixava o quarto sem antes me acompanhar na oração que fazíamos antes de dormir...
O tempo passa e coisas mudam, mas o que talvez não vai mudar é aquela sensação dos dedos maternos, deslizando por entre os finos e louros cabelos que dela herdei.”
Sempre grata,
Cintia.

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